Sexta-feira, 15 de Novembro de 2019

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Futebol

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OLIMPICO MONTIJO vs OLHANENSE (0-0)
Campeonato Portugal

FPC


Olhanense superior, não contava com a tarde inspirada de Diogo

Arreigota.O guarda-redes montijense, esteve em grande plano, mantendo a sua

baliza inviolável...

 

           Campo do Liberdade bem composto para receber o "lider" do CNS

série D. A formação do Olímpico vinha de eliminação da Taça frente ao

Anadia, por seu turno o Olhanense, já fora da Taça, tinha disputado o

último jogo para o Campeonato no seu Estádio frente ao Lusitano de Évora

(brindou os alentejanos com uma vitória por 5-1), teve mais tempo para

preparar esta partida. E, se o técnico algarvio no Canal 11, se lamentava

das medidas do campo e do estado do sintético (já com alguns anos), tal

desiderato não se notou em todo o tempo de jogo. Assumindo o controlo da

partida os alvi-negros passearam a sua superioridade, não dando hipótese ao

adversário de esplanar o seu futebol.


                Apresentando um esquema táctico 4x3x3, o Olhanense tomava

conta do jogo, contrariando o 4x1x3x2, que na realidade se transformava num

4x1x4x1, onde Hélio Roque que deveria ser o segundo homem da frente no

apoio a Kenedy Có, deslocava-se para a ala deixando o avançado montijense

sózinho no meio dos dois centrais (Muscat e Joshua) dos visitantes.

                 Com a defesa da casa sem conseguir acertar com as

marcações, salvava-se José Miranda (grande partida deste "menino") e o

imbatível Diogo Arreigota (outra grande exibição) a manter a sua baliza

inviolável durante todo o encontro. Por sua vez o Olhanense, ganhava

preponderância na frente, através dos seus homens mais avançados (Sapara,

Hassan e João Vasco), mormente os dois primeiros, enquanto "tiveram

pernas", causaram grandes problemas á defesa montijense.


                 O intervalo chegou com o marcador em branco, e Diogo

Arreigota a ser o homem do jogo nos primeiros quarenta e cinco minutos.

 

 

                                      Segundo tempo, mais do mesmo, e o

guarda-redes da casa a evitar a derrota da sua equipa...

 

             Os segundos quarenta e cinco minutos, foram em tudo igual aos

primeiros. Olhanense, a mandar no jogo, e um Olímpico sem ideias, com

jogadores a acusarem desgaste, o guarda-redes do Olímpico a mostrar a sua

qualidade, não permitia que os visitantes chegassem ao golo. Bem tentaram

os alvi-negros de todas as formas chegar á vitória. Era cantos

consecutivos, livres frontais, livres laterais, e foi neste período em que

a equipa algarvia estava balanceada no ataque, que o Olímpico através de

uns relampejos, tentou causar algum embaraço ao guarda-redes Rodrigo Moura.

Mas era inconsequente, ninguém estava nos seus dias. Hélio Roque desligado

do jogo, Rubén Ribeiro muito esforçado mas sem conseguir defenir uma

jogada, Kenedy Có (substituido por Bolagi, as coisas melhoraram um pouco),

perdido no meio dos centrais contrários, tendencialmente deslocava-se para

as alas, deixando os adversários sem ninguém para marcar, jogarem a seu

belo prazer.

                  O nulo no final da partida, serve melhor o Olímpico (com

excepção de Diogo Arreigota e José Miranda, os restantes estiveram muito

longe do que sabem e já mostraram) que o Olhanense, que tudo fez para

regressar ao Algarve com os três pontos, só não contava com a tarde de

enorme inspiração de Diogo Arreigota, para nós o homem do jogo.*

                   Na próxima jornada, uma saída complicada para o

Olímpico, viagem até a Armação de Pera.







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